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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O relacionamento sexual na terceira idade

O relacionamento sexual, é fonte de satisfação e realização e deve, tanto quanto possível, estender-se por toda a vida.


Há um número cada vez maior, de pessoas que chegam à velhice, motivadas em manter sua vida sexual activa, apresentando boas condições físicas e psicológicas para desfrutá-la.

Entretanto, para muitos idosos a sexualidade, é ainda carregada de mitos e preconceitos que têm origem na educação repressiva que tiveram ao longo da vida.

Muitos trazem dentro de si o pensamento, de que o velho é assexuado, o que reproduz o pensamento de grande parte da sociedade.

O fracasso sexual ou a evitação sexual, é induzida pelo pessimismo e ansiedade gerada pela má informação.

A razão de haver uma diminuição, na quantidade de práticas sexuais, não significa falta do desejo sexual.

Os mais jovens têm uma necessidade e preocupação na “quantidade”, os mais avançados têm a noção que quantidade, não é sinónimo de qualidade, pelo que o indivíduo de mais idade pode encontrar o "mesmo grau de satisfação" com um número bem menor de actividade sexual.

Tudo isto se deve ao facto do aprimoramento decorrente das experiências sexuais durante a vida.

domingo, 31 de janeiro de 2010

O problema da falta de comunicação

É necessário fazer a correcção entre comunicação e informação no casal. Falar sobre o trabalho, os filhos, o orçamento, são informações quotidianas e não comunicação entre o casal. Comunicar aquilo que se fez, como passamos o dia, como nos sentimos, é essencial.
A comunicação é saber como o outro está, e não apenas conhecer a sua agenda diária. Fazer um elogio ou até uma critica é necessário para que a vida de um casal tenha sentido. Por vezes nem nos damos conta, mas o cansaço do dia, a falta de tempo, a televisão ligada, entre outras coisas, faz com que não prestemos atenção suficiente àquilo que o (a) nosso (a) companheiro (a) diz. Ou seja os problemas estão à porta, ……. aumentar a intimidade emocional, principalmente, perguntando (“Como te sentiste quando...”), é deveras importante.
É fundamental criar espaço para falar, sem interrupções, sem a agitação da vida do dia-a-dia.
Aprofundar as conversas e não nos limitarmos apenas a ouvir, pois só assim poderemos conseguir estabelecer vínculos comunicativos realmente eficazes.